A gestão de capital de giro é fundamental para o dia a dia de qualquer empresa. Sem esse controle, fica difícil pagar as contas e continuar investindo no crescimento do negócio.
Neste artigo, vamos entender como funciona o capital de giro, os diferentes tipos e como calcular a necessidade dele. Além disso, compartilharemos algumas dicas para melhorar a gestão e garantir que sua empresa continue funcionando sem surpresas financeiras.
Quer manter sua empresa no caminho certo? Leia este conteúdo até o final!
A gestão de capital de giro envolve o controle dos recursos financeiros necessários para manter a operação de uma empresa, como dinheiro, crédito e estoques.
Ela é responsável por garantir a liquidez, ou seja, a capacidade de pagar as contas e investir no negócio sem comprometer a continuidade das atividades.
A importância dessa gestão vai além de manter as contas em dia. Ela assegura que sua empresa consiga oferecer financiamento aos clientes, manter os estoques em níveis adequados e pagar fornecedores, impostos, salários e outras despesas operacionais.
O capital de giro funciona como a diferença entre o que você tem disponível em caixa e o que precisa pagar.
A chave está no planejamento. Ao detalhar os gastos a curto e longo prazo e identificar as possíveis entradas de dinheiro, é possível garantir que a empresa tenha recursos suficientes para se manter em atividade.
Imagine que uma empresa de roupas está planejando sua produção para os próximos meses. Ela precisa comprar tecidos e pagar a mão de obra para fabricar as peças, mas só receberá pelos produtos vendidos no final do mês.
Se o capital de giro não for bem gerido, a empresa pode não ter dinheiro suficiente em caixa para cobrir esses custos imediatos.
Por outro lado, se o capital de giro estiver bem planejado, a empresa pode utilizar esse recurso para pagar os fornecedores e os funcionários enquanto aguarda os pagamentos.
Isso garante que a produção não pare, e a operação siga sem interrupções. A falta de gestão adequada, no entanto, pode levar à paralisação da produção ou à necessidade de recorrer a empréstimos com juros altos.
O capital de giro pode ser classificado em três tipos principais:
Veja o passo a passo para calcular a necessidade de capital de giro (NCG)!
Liste todos os ativos circulantes, como dinheiro em caixa, contas a receber e estoques. São recursos que a empresa utiliza no curto prazo e que têm um impacto direto na NCG.
Agora, enumere os passivos circulantes, como dívidas de curto prazo e contas a pagar. Esses valores representam as obrigações financeiras a serem quitadas em breve.
A fórmula básica para calcular a NCG é simples: subtraia o total dos passivos circulantes do total dos ativos circulantes. O resultado dará a saúde do fluxo de caixa da empresa.
Se o resultado for positivo, a empresa tem ativos suficientes para cobrir suas obrigações de curto prazo. Caso contrário, uma NCG negativa pode indicar dificuldades financeiras.
Fatores sazonais ou picos de demanda podem afetar a necessidade de capital de giro. Esteja atento a esses movimentos para garantir que a empresa tenha o capital adequado para operar com estabilidade.
Confira as melhores práticas para otimizar a gestão de capital de giro:
Com essas técnicas, você consegue melhorar a gestão de capital de giro e garantir que sua empresa esteja preparada para o futuro.
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Uma boa gestão de capital de giro garante que a empresa consiga pagar suas obrigações, investir em novos projetos e manter a operação ativa. A chave para isso está no planejamento, que envolve entender as entradas e saídas de recursos e como equilibrá-las.
Com o uso de boas práticas, como monitoramento periódico e controle rigoroso de estoques, sua empresa se mantém estável e pronta para enfrentar imprevistos.
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